Volto a “Consciência”.
Pretendo, ainda, motivar a reflexão sobre a consciência.
Todos sabemos, mais ou menos, que processar informação consiste em tratar dados, organizando-os para serem utilizados com um propósito determinado.
No propósito que, hoje tenho, falarei em “sintonizar dados” em vez de “processar dados”.
E refiro-me à consciência.
No caso de falarmos em “sintonizar dados”, como se passaria?
Teria acesso a determinados padrões ou campos de informação já existentes?
Levanto ainda a questão:
– A expressão “sintonizar dados” traduziria uma experiência mais subjetiva, mais de acordo com a natureza da consciência?
proposta:
Fazer uma reflexão sobre as questões lançadas utilizando o diálogo como forma.
Como forma, ainda, a atitude a adotar será de abertura e especulação.
No caso de faltar uma pessoa (ou várias) para dialogar, poderemos pensar em alguém e imaginar as suas respostas.
Em qualquer das situações o papel (e também a atitude) das duas intervenientes será diferente dado que uma lançará as questões e a outra se encarregará de as contrariar ou até de abrir o leque de possibilidades.
Se levarmos a bom termo esta proposta, entenderemos o valor do diálogo como forma de reflexão.
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No sentido de melhor realizar a proposta da próxima publicação, aconselho recolher alguma informação sobre o cérebro, as partes que o compõem e as suas funções – tudo isto de forma simples, mas efetiva.
Há na internet uns cérebros em plástico que se montam e desmontam como se fossem um brinquedo. Adquirir um e jogar com ele, será uma boa forma de ficar com uma visão consistente do cérebro.