Consciência.2

Volto a “Consciência”.

Pretendo, ainda, motivar a reflexão sobre a consciência.

 Todos sabemos, mais ou menos, que processar informação consiste em tratar dados, organizando-os para serem utilizados com um propósito determinado.

No propósito que, hoje tenho, falarei em “sintonizar dados” em vez de “processar dados”.

E refiro-me à consciência.

No caso de falarmos em “sintonizar dados”, como se passaria?

Teria acesso a determinados padrões ou campos de informação já existentes?

Levanto ainda a questão:

– A expressão “sintonizar dados” traduziria uma experiência mais subjetiva, mais de acordo com a natureza da consciência?

proposta:

Fazer uma reflexão sobre as questões lançadas utilizando o diálogo como forma.

Como forma, ainda, a atitude a adotar será de abertura e especulação.

 No caso de faltar uma pessoa (ou várias) para dialogar, poderemos pensar em alguém e imaginar as suas respostas.

 Em qualquer das situações o papel (e também a atitude) das duas intervenientes será diferente dado que uma lançará as questões e a outra se encarregará de as contrariar ou até de abrir o leque de possibilidades.

Se levarmos a bom termo esta proposta, entenderemos o valor do diálogo como forma de reflexão.

No sentido de melhor realizar a proposta da próxima publicação, aconselho recolher alguma informação sobre o cérebro, as partes que o compõem e as suas funções – tudo isto de forma simples, mas efetiva.

Há na internet uns cérebros em plástico que se montam e desmontam como se fossem um brinquedo. Adquirir um e jogar com ele, será uma boa forma de ficar com uma visão consistente do cérebro.