Volto a ” Consciência” porque foi publicada em momento de atualização do site da wordpress e não foi recebido por todos nem ficou registado no blog.
Quem o recebeu, pode ignorar este.
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Quando somos capazes de nos aperceber de algo – corpo, mundo, estados internos – falamos de consciência.
Quando e como a consciência aparece?
As respostas a estas perguntas variam de acordo com a perspetiva em que os pensadores se colocam.
Os que encaram a questão numa perspetiva biológica falam de seres que reagem a estímulos – a consciência pouco mais será que um processamento de informação – não há representação interna.
A perspectiva cognitiva põe o acento na distinção entre “eu” e “não eu”.
Para haver distinção entre “eu” e “não eu” terá de haver:
– diferenciação do próprio corpo relativamente ao ambiente (coisas e pessoas),
– uma perspetiva interna mesmo que rudimentar,
– possibilidade de prever as consequências das próprias ações.
A filosofia fala de uma sensação mínima, de algo base, difícil de situar e definir – um proto-sentir.
Nesta perspectiva, a consciência não aparece repentinamente, vai aparecendo.
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A reflexão é uma forma de consciência.
A proposta que deixo é a de refletirmos sobre a consciência – começo, desenvolvimento, forma…
O objetivo é fazer um exercício de reflexão – não pretendemos encontrar uma explicação certa; mas uma que seja possível.
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“- Se tivesse um filho quereria alertá-lo para o perigo da força e do poder. Talvez ele não me ouvisse – provavelmente não ouviria.
Mas a vida é um bem frágil – a força e o poder poderão destruí-la bem facilmente”.
( alguém refletindo sobre a guerra)