A primeira proposta de hoje é rever e repetir a publicação “Os prisioneiros”.
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A segunda proposta vem na continuidade da primeira, mas a natureza da matéria difere.
Visualizar aquelas nuvens fofas, mas densas, que aparecem, habitualmente, nos programas da televisão para motivar o sono dos miúdos.
Ver sair os prisioneiros – uns prisioneiros – dessas nuvens. Visualizá-los, com tempo, a emergir dessa espécie de algodão branco.
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“Se entendermos a linguagem como um sistema de comunicação verbal, as pedras não têm linguagem.
Se entendermos linguagem como um sistema de signos que carrega memória e transmite informações, as pedras são talvez os maiores escritores do universo”.
(de: Gemini)
Se recordarmos as muitas catedrais que foram construídas, sobretudo na Idade Média, ou monumentos antigos e misteriosos como o Stonehenge, entenderemos o sentido desta afirmação.
Seja qual for o momento em que estas pedras foram arrastadas, trabalhadas e deixadas como sinais de presença para os que viriam depois, fazem parte de uma história.
Essa história – ou as muitas histórias que constituem – exprime o esforço e a necessidade de tornar a matéria menos densa.