Referi a necessidade de avaliar os grupos a que pertencemos quando falei de sentimento de pertença; mas não referi a necessidade de nos avaliarmos a nós enquanto elementos de um grupo.
Se chegamos no último minuto para qualquer encontro e sairmos antes de acabar… se não respeitamos o espaço do outro… se não temos um discurso verdadeiro, mas de circunstância…- o nosso sentimento de pertença fica em risco.
O sentimento de pertença cresce, naturalmente, num clima de segurança, para o criar ou manter, não poderemos usar uma linguagem agressiva ou depreciativa.
Comportamentos imprevisíveis também não ajudam.
Saber ouvir é fundamental – valorizar de forma explícita é, muitas vezes, necessário.
Para uma participação mais ativa, criar rituais e promover celebrações pode ser muito interessante tanto para o sentimento individual de pertença como para o do grupo em si.
O sentimento de pertença desenvolve-se na continuidade, na persistência, na coerência de comportamentos e no reconhecimento da nossa responsabilidade nos bons e nos maus momentos.
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Imagem
Proposta:
Temos uma bacia meio cheia de barro quase líquido. Visualizamos uma figurinha a emergir dessa quase lama. À medida que a figurinha se eleva, endurece. Mantemos a visualização até que o processo de solidificação se complete.
Nota: mantenho a pergunta que foi feita atrás – como fazer evoluir a nossa relação com a matéria?