
A fotografia faz parte de “Os prisioneiros”(escravos) de Miguel Ângelo. Estas esculturas tinham sido concebidas para o túmulo de Júlio II, mas a obra (do túmulo) sofreu tantas mudanças que ficaram sem destino. Tentavam ser um símbolo da prisão da alma pelo corpo (matéria).
Como ficaram por acabar, esse sentimento de prisão, é expresso de forma intensa, dramática mesmo.
(foto – pesquisa google)
Será interessante procurar as outras, não só para as conhecer como para escolher a mais expressiva (para cada um).
A proposta é, então, olhar a escultura escolhida e, lentamente, ver a figura a libertar-se da pedra.
Acompanhar o movimento de libertação… o esforço para sair …até que a figura se torne autónoma e pronta a caminhar.
A repetição durante alguns dias é importante.
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Os neurónios espelho foram descobertos por Giacomo Rizzolatti e sua equipa no final da década de 90 um pouco por acaso, mas a sua descoberta revelou-se de grande importância. O estudo da imitação e da aprendizagem foi visto sob uma outra luz, assim como o da construção do social.
A própria linguagem terá beneficiado da influência dos neurónios espelho (na sua origem e evolução).
A inteligência artificial tem vindo a interessar-se por esta área de estudo.
A emoção estética provocada por algumas obras de arte encontrará explicação no mecanismo dos neurónios espelhos.
Nota: será interessante procurar informação sobre este tema.