Trazemos de volta a bola azul que deixámos no espaço há algumas semanas.
Já acertou o seu movimento.
A proposta que, hoje, deixo, tem como objetivo criar uma memória que poderá aproximar-se de uma memória remota:
fazer uma narrativa seguindo o modelo da anterior (última publicação) em três tempos.
Como vimos, o primeiro momento corresponde à realidade.
A crise fantástica do segundo momento será desencadeada imaginando que um pedregulho, também ele no espaço, vem com velocidade em direção à bola.
No terceiro, volta o real.
Tão importante como construir a narrativa é avaliar a ressonância que tem em cada um (poderá não haver ressonância porque não houve envolvimento). Se a ressonância for negativa, haverá que trabalhar no sentido de a conseguir neutralizar.
Fazer várias narrativas numa linha evolutiva, poderá ser uma forma.
Se alguém quiser enviar uma narrativa poderá fazê-lo para mariaefernanda@sapo.pt.
Deverá referir se pode ser publicada aqui – com nome ou sem. Para ser publicada o tamanho deverá ser conforme a uma publicação.
Nota: por motivo de saúde, terei de fazer uma breve pausa.